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ENTÃO É NATAL

Enfim… chegamos à época mais positiva do ano!

Votos de felicidade, atos de bondade e muito trabalho antecedem o tão esperado período de férias! Os dias são mais cheios e eletrizantes devido às festas de confraternização e tornam-se muito mais especiais!

Próximo ao Natal, nossos corações batem menos no compasso da razão e nos percebemos mais amáveis em situações cotidianas como por exemplo ao darmos passagem à algum apressadinho no trânsito, ao sorrirmos para a caixa do supermercado, ao cedermos o lugar no ônibus para um idoso mesmo que não esteja a ele “reservado”, ao termos mais complacência para responder às crianças, ao chorarmos vendo lindas histórias de família sendo contadas nas propagandas natalinas, ao trocarmos mensagens repletas de votos de felicidades com todos os nossos amigos reais e virtuais.

Além disso, o mês de dezembro costuma ser o nosso preferido para fazer o balanço anual de nossas carreiras e uma auto análise sobre nossa vida pessoal. Nada é mais importante no décimo segundo mês do ano do que aparar arestas pedindo ou concedendo o perdão. É exatamente sobre este assunto que resolvi escrever hoje, A.M.O.R…(apenas minha opinião, reticências).

Perdoar é um verbo e significa desculpar; não cobrar uma dívida; relevar os erros de alguém. Mas, por que pensamos apenas no ato do perdão em si e não nos fatos que nos levam até ele?

Tendo acontecido alguma situação conflitante entre duas pessoas, normalmente quem erra pede perdão, e automaticamente, o outro tem que perdoar. Nesse ponto acontece algo interessante demais! Paramos de olhar para a situação como um todo e criamos apenas um embate clássico entre dois indivíduos: o que precisa ser perdoado e o que deve perdoar, sendo que o segundo vira o protagonista da história que o primeiro fez o favor de criar.

Quando nos sentimos magoados realmente, é porque consideramos demais o outro e nos importamos com ele, daí vem a dificuldade de entender sua fraqueza e os motivos que o levaram a errar conosco. Para mim, com o passar dos anos, está cada vez mais difícil perdoar. E não falo das situações emocionais e pontuais que acontecem no cotidiano. Falo de situações proporcionalmente maiores pelas quais passei nos últimos anos e pelas quais não mais me permitirei passar. Talvez tenha resolvido escrever esse texto, justamente para exorcizá-las de dentro de mim.

O perdão é um processo mental ou espiritual de cessar o ressentimentos relação a alguém. Mas, como parar de lembrar ou como deixar de se importar com alguém que até então era tão importante pra nós?

Talvez seja necessário que olhemos mais para nós mesmos e menos para o outro.Talvez o caminho do autoconhecimento e da evolução seja egoísta. Talvez a única maneira de não lembrar seja esquecer. É difícil demais quando se gosta, mas toda a relação é uma via de mão dupla na qual não adianta andar sozinho.

“Que fique apenas quem deseja ficar…

Está livre quem deseja partir…

Que eu possa crescer, melhorar…

E nenhum perdão precisar pedir…”

Perdoar é divino e libertador, mas não errar feio com os amigos é muito mais!

Que no próximo Natal não seja necessário perdoarmos ou pedirmos perdão à ninguém!!!

#natal #amor #reflexão #amizade

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